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CONHEÇA AS RUNAS

28As Runas datam de antes do Novo Testamento. No entanto, durante mais de 300 anos ficaram esquecidas. Estiveram em uso corrente pela última vez na Islândia, durante fins da Idade Média. Em sua época, funcionavam como o “I Ching” dos vikings. A sabedoria dos Mestres Rúnicos morreu com eles. Nada permaneceu, com exceção das sagas, os extensos fragmentos da tradição rúnica e as próprias Runas.

Entre os eruditos não existe um consenso sobre onde e quando primeiro surgiu a escrita rúnica na Europa Ocidental. A prática do sortilégio (adivinhação) era cultivada pelos itálicos do norte, assim como pelos povos germânicos, uns usando letras, os outros símbolos pretórios. Numerosos “hallristningar”, bem como as pedras rúnicas em pé, ainda podem ser vistas nas Ilhas Britânicas, na Alemanha e através da Escandinávia. Para nós, é difícil imaginar os imensos poderes conferidos àqueles poucos que se especializaram no uso das marcações simbólicas, destinadas a transmitir o pensamento.

Os primeiros grifos eram denominados Runas, do gótico Runa, significando “uma coisa secreta, um mistério”. A letra rúnica tornou-se um repositório para intuições, enriquecido segundo a habilidade do praticante da arte de lançar Runas.

Desde seu surgimento, as Runas assumiram uma função ritual, servindo para que fossem lançados sorteios, para a adivinhação e evocação de poderes superiores, capazes de influenciar a vida e a sorte das pessoas. Havia Runas e encantações para influenciar o tempo, as marés, plantações, amor e cura; Runas de fertilidade, de pragas e remoção de pragas, de nascimento e morte. As Runas eram esculpidas em amuletos, copos, lanças de batalha, sobre o lintel de moradias e nas proas dos barcos vikings.

A consulta às Runas coloca-nos em contato com nossa própria orientação interior, aquela parte nossa que sabe tudo quanto precisamos conhecer sobre nossa vida, agora, além de permitrem que ultrapassemos as censuras da razão e dos grilhões do condicionamento.

O que quer que possam ser as Runas — uma ponte entre o eu e o Eu, um elo entre o Eu e o Divino, um auxílio navegacional imemorial — a energia que as envolve é a nossa própria e, em última análise, também a sabedoria. Assim, quando começamos a fazer contato com nossos Eus Cognoscitivos, passamos a ouvir mensagens de profunda beleza e real utilidade. Porque, como flocos de neve e impressões digitais, cada uma de nossas assinaturas oraculares é um aspecto da Criação único em espécie, que se dirige a si mesma.

A RUNA DE ODIN

Esta é a utilização mais simples e prática do Oráculo, consistindo na seleção de uma Runa para uma visão global de uma situação inteira. Retirar apenas uma Runa pode ajudá-lo a focalizar mais claramente sua questão e proporcionar-lhe uma nova perspectiva. De fato, o que estará fazendo será um convite à mente, para que funcione intuitivamente.

Selecionar apenas uma só Runa é proveitoso não somente em épocas de crise: a técnica é útil sempre que você quiser um panorama global de sua
situação. Enquanto dirigem durante um longo trajeto ou na condução entre casa e trabalho, algumas pessoas mantêm suas Runas ao lado delas, sobre o assento.

Compilado de “O Livro das Runas”, de Ralph Blum.


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